LUIZ ADOLFO ANTONELLI

Tecnologia, Informação e Esporte “EXPERIMENTAL”

Brasil tem mais de 152 milhões de celulares em fevereiro de 2009

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em Março 21, 2009

São Paulo – Destaque fica por conta da teledensidade, que cresceu 22,82% em 12 meses. Com isso, Brasil tem quase 0,8 celular por habitante.

O Brasil registrou 152,36 milhões de assinantes de celulares em fevereiro deste ano, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Foram 415.909 novas habilitações no segundo mês de 2009, um crescimento de 0,27% em relação à base de usuários de janeiro do mesmo ano. Segundo a Anatel, 124,3 milhões das pessoas (81,59%) têm celulares pré-pagos, enquanto 28,05 milhões têm telefones móveis pós-pagos.

O destaque deste mês foi a teledensidade, que registrou crescimento de 22,82% e saltou de 65,09 (0,65 celular por habitante) em fevereiro de 2008 para 79.94 em fevereiro deste ano – ou quase 0,8 celular por habitante.

A teledensidade é o índice que mostra o número de telefones móveis para cada grupo de 100 habitantes. O crescimento reflete, principalmente, uma revisão da projeção mensal da população pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  No Estado do Amazonas, por exemplo, houve um crescimento de 12,04% – o que quer dizer que para cada 100 habitantes, 63,68 têm celular,

O Distrito Federal lidera a teledensidade móvel brasileira, com 1,44 celular para cada habitante. O Rio de Janeiro, segundo colocado no ranking, tem 0,97 celular por habitante. Em terceiro lugar fica o Mato Grosso do Sul, com 0.96 celular por habitante.

A liderança da telefonia celular continua com a Vivo, que registra participação de 29,8% e 45,4 milhões de assinantes. A Claro fica em segundo lugar, com 25,84% de participação e 39,36 milhões de clientes, enquanto a TIM fica na terceira posição (23,45% de participação, com 35,73 milhões de clientes). A tecnologia GSM é usada por 89,45% das pessoas, enquanto o CDMA é usado por apenas 7,7% dos clientes da telefonia móvel celular.

Fonte: IDG Now! Tecnologia em Primeiro Lugar

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A FÁBULA DA ÁGUIA E DA GALINHA

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em Outubro 18, 2008

 

A FÁBULA DA ÁGUIA E DA GALINHA


Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização. Oxalá nos faça pensar sempre a respeito.

“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia.

Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha.

Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.

 

 

- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.

- De fato, disse o homem.- É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.

- Não, retrucou o naturalista.- Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.

- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:

- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!

A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.

 O camponês comentou:

- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

- Não, tornou a insistir o naturalista. – Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.

Sussurrou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!

Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.

O camponês sorriu e voltou a carga:

- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!

- Não, respondeu firmemente o naturalista. – Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a  águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e
dourava os picos das montanhas.

O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.

Foi quando ela abriu suas potentes asas.

Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.

Voou. E nunca mais retornou.”

Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas. E ainda até pensamos
que somos efetivamente galinhas. Porém é preciso ser águia. Abrir as asas e voar. Voar como as águias. E jamais se contentar com os grãos que jogam aos pés para ciscar.”  

Extraído de artigo publicado pela Folha de São Paulo, por Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor de ética da UERJ.

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Colisor de Hádrons

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em Outubro 3, 2008

Cern cria rede de computação que une 7 mil cientistas

O CERN, maior laboratório mundial de física de partículas e responsável pela criação da World Wide Web, revelou nesta sexta-feira uma nova rede de computação que permitirá que milhares de cientistas de todo o mundo computem dados de suas experiências.

Cerca de sete mil cientistas de 33 países estão agora ligados pela rede de computação do CERN, o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, para analisar dados do acelerador de partículas que está estudando a natureza da matéria e entrou em operação no mês passado.

Os experimentos, que devem oferecer pistas sobre as origens do universo, começaram em 10 de setembro e foram fechados nove dias depois devido a um vazamento de hélio no túnel de 27 quilômetros do Large Hadron Collider (LHC), no CERN.

Quando o LHC voltar a operar, no ano que vem, os físicos envolvidos nos experimentos terão acesso a dados em tempo real diretamente em suas mesas, graças à grade de computação do CERN, que une mais de 100 mil processadores em 140 institutos de todo o mundo.

O supercomputador distribuído foi construído para o projeto do LHC, mas tem amplas implicações para os estudos científicos mais amplos, disse Ian Bird, líder do projeto da grade de computação mundial do LHC.

“Muitos outros pesquisadores e projetos já estão se beneficiando”, disse Bird. “A computação em grade permite maneiras completamente novas de trabalhar com ciência, nos casos em que grande capacidade de análise e computação de dados é requerida”.

O volume de dados envolvido no maior experimento científico já realizado é difícil de conceber.

O trabalho do LHC envolve o disparo de feixes de prótons em direções opostas pelo túnel enterrado 100 metros abaixo da terra, na fronteira entre França e Suíça, perto de Genebra.

O fluxo de dados gerado será de 700 megabytes por segundo, ou 15 milhões de gigabytes por ano, em prazo de 10 a 15 anos, o suficiente para ocupar três milhões de DVDs ao ano ou criar uma torre de CDs duas vezes mais alta que o Monte Everest.

“Para analisar esse volume de dados, precisamos não só de muita computação, mas de um novo paradigma computacional, que denominamos grade”, disse James Gillie, porta-voz do CERN.

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Como funcionam os computadores de xadrez

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em Outubro 3, 2008

 

Computadores e xadrez

A atual tecnologia de ponta de xadrez em computador é muito complicada, mas tudo envolve esteganografia.

Digamos que você tem um tabuleiro de xadrez pronto para começar o jogo. Cada jogador tem 16 peças. Quem começa é quem está com a peça branca. Ele tem 20 possibilidades de movimento: a peça branca pode movimentar cada peão em uma ou duas posições e mover um cavaleiro em dois modos diferentes.

A peça branca escolhe um desses 20 movimentos e o faz.

Para a peça preta, as opções são as mesmas: 20 movimentos possíveis. Então ele escolhe um movimento.

Agora a peça branca pode se movimentar outra vez. O próximo movimento depende do primeiro movimento que ela decidiu fazer, mas há cerca de 20 movimentos ou mais que essa peça pode desempenhar na posição atual do tabuleiro, assim a preta tem 20 ou mais para fazer e assim vai.

É assim que o computdor olha para o jogo de xadrez. Pensa como um mundo de “todos os movimentos possíveis” e faz uma grande árvore para todos eles, como a seguir:

Nesta árvore, há 20 movimentos possíveis para a peça branca. Há 20* 20 = 400 movimentos possíveis para a preta, dependendo do que a branca fizer. E então há 400* 20 = 8 mil para a branca. E daí 8 mil *20 = 160 mil para a preta e assim por diante. Se você fosse desenvolver toda a árvore para todos os movimentos de xadrez possíveis, o número total das posições no tabuleiro seria aproximadamente de 1,000,000,000,000,000,000,000,000,
000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,
000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,
000,000,000,000, ou 10120, para mais ou para menos. Isso é uma quantidade imensa! Acredita-se que existam somente 1075 átomos em todo o universo. Ao considerar que a Via Láctea contém bilhões de sóis e que existam bilhões de galáxias, você percebe que há de fato muitos átomos. Esse número é ofuscado pelos números possíveis de movimentos de xadrez. O xadrez é um jogo muito complexo.

Nenhum computador jamais vai calcular toda a árvore. O que ele tenta fazer é criar a árvore da posição do tabuleiro 5, 10 ou 20 movimentos a frente. Levando em conta que são possíveis cerca de 20 movimentos em qualquer posição do tabuleiro, uma árvore de 5 níveis contém 3,2 milhões de posições. Uma árvore de 10 níveis contém cerca de 10 trilhões de posições. A grandeza da árvore que um computador pode calcular é controlada pela velocidade do computador jogando. Os computadores de xadrez mais rápidos podem gerar e avaliar milhões de posições do tabuleiro por segundo.

Uma vez criada a árvore, então o computador precisa “avaliar as posições do tabuleiro”. Isto é, o computador deve olhar as peças no tabuleiro e decidir se o arranjo das peças é “bom” ou “ruim”. A maneira como é feita é usando uma função de avaliação. A função mais simples possível pode apenas contar o número de peças que cada lado tem. Se o computador estiver jogando como branco e uma determinada posição do tabuleiro tiver 11 peças brancas e nove peças pretas, a função de avaliação mais simples pode ser:

    11 – 9 = 2

Obviamente, para o xadrez essa fórmula é simples demais porque algumas peças valem mais que outras. Logo a fórmula pode aplicar um peso para cada tipo de peça. À medida que o programador planeja isso, ele ou ela faz a função de avaliação cada vez mais complicada adicionando coisas como posição do tabuleiro, controle do centro, vulnerabilidade do rei para o xeque mate, vulnerabilidade da rainha do oponente e vários outros parâmetros. Não importa o quão complicado a função se torna, ela é resumida para um único número que representa a “vantagem” daquela posição do tabuleiro.

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Tecnologias Ultrapassadas

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em Outubro 3, 2008

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CDIA+

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em Outubro 3, 2008

O que é um CDIA+ (Certified Document Imaging Architect) da CompTIA?

A certificação CDIA+ (Certified Document Imaging Architect+) da CompTIA – Computing Technology Industry Association é um título e uma credencial reconhecidos internacionalmente, certificando a competência e o profissionalismo nas áreas de Document Management / Document Imaging.

Um profissional certificado CDIA+ pela CompTIA é um profissional de tecnologia com o necessário nível de conhecimento e experiência para planejar, detalhar e desenvolver com sucesso uma solução de imagem, demonstrando tal conhecimento através da aprovação no teste CDIA+ da CompTIA .

Um profissional certificado CDIA+ é, também, um indivíduo especialmente treinado para desenvolver e implementar soluções para captação, armazenamento, busca e manipulação de documentos empresariais.

É o profissional certificado CDIA+ quem estará no topo da “sociedade sem papel”.

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ECM

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em Outubro 2, 2008

Enterprise Content Management é o conjunto de tecnologias utilizadas para captar , gerenciar , armazenar , preservar e disponibilizar conteúdo e documentos relativos aos processos organizacionais. As ferramentas e estratégias de ECM permitem o gerenciamento das informações não-estruturadas da empresa , onde quer que tais informações se encontrem.
Conformidade

A chave para uma estratégia de conformidade bem-sucedida é incorporar ao seu negócio o conceito de conquista da conformidade , e não a encarar como um projeto que deva estar terminado para , só então , ser considerado “ perfeito ”. Embora não seja fácil , a conformidade com as normas deve ser encarada como uma oportunidade para aperfeiçoar todo tipo de processos de negócio , e não apenas como um custo permanente do negócio . Mas é verdade que pode haver altos custos associados às suas iniciativas de conformidade , tanto com relação a tecnologias quanto a empregados . Garantir a conformidade com apenas uma regulamentação, como a Sarbanes-Oxley ou a HIPAA ( Lei de Portabilidade e Responsabilização de Seguro de Saúde dos Estados Unidos, de 1996), por exemplo , irá fazer com que seus custos continuem a crescer à medida que cada nova regulamentação vier a ser editada ao longo dos anos .
Para ajudar a limitar riscos e custos devem ser desenvolvidas estratégias proativas de ECM dentro de áreas-chave, como Gestão Documental e Gerenciamento de processos de negócio (BPM), assegurando que sejam aplicadas práticas de negócio adequadas e que o conteúdo seja adequadamente captado, armazenado, gerenciado e descartado no momento adequado de seu ciclo de vida , e de acordo com o disposto na legislação .

Para desenvolver uma iniciativa de conformidade adequada será necessário recorrer a diversas áreas de expertise, particularmente às áreas jurídica , de TI e Gestão Documental, para dar suporte aos objetivos globais do negócio . As pessoas de cada uma dessas áreas devem contribuir com seus conhecimentos e opiniões para assegurar os benefícios de um programa de conformidade totalmente eficaz . Embora a conformidade nem sempre seja um problema relacionado à tecnologia , a Tecnologia da Informação e um expressivo crescimento de conteúdo não-estruturado contribuem para a exposição da empresa . As ferramentas de ECM, adequadamente utilizadas, podem ajudar a reduzir o custo geral da conformidade para a empresa . 

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GED

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em Outubro 2, 2008

O GED 

 

Ter um sistema de GED, Gerenciamento Eletrônico de Documentos, em sua empresa não significa somente guardar arquivos eletrônicos. Ter um sistema de GED significa ter nas mãos a capacidade de gerenciar todo o capital intelectual da empresa.
É a tecnologia do GED que torna o eBusiness uma realidade, pois alicerça todas as informações referentes a qualquer etapa de qualquer processo de negócio.O conceito de GED é uma espécie de leque em constante abertura. Isso devido às muitas tecnologias a ele relacionadas que dele fazem parte.
A evolução do GED confirma sua importância. No princípio, a tecnologia de GED enfatizava basicamente a digitalização de um documento gerado em papel através de um escaner. Assim, ele poderia ser visualizado na tela do computador, inclusive em rede.
Mas, atualmente, a maioria das empresas tem uma imensa quantidade de documentos que já nascem eletrônicos: são documentos em word, excell, desenhos de engenharia, e-mails. Esse novo mundo de documentos digitais, sem gerenciamento, implica em muitas cópias de diversas versões, duplicação de arquivos, provocando a má utilização de espaço em discos, e custos desnecessários com armazenamento.
Para controlar esse ‘mundo de informações digitais’, quer sejam ou não originalmente eletrônicas, o conceito sobre o que é GED ampliou-se como que automaticamente. Gerenciar documentos é cuidar de toda a vida informacional da empresa.

Os sistemas de Gerenciamento Eletrônico de Documentos não são simplesmente sistemas de gerenciamento de arquivos. O GED é mais, pois ele implementa categorização de documentos, tabelas de temporalidade, ações de disposição e controla níveis de segurança. É vital para a manutenção das bases de informação e conhecimento das empresas.

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Internet Acesso Remoto

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em Outubro 2, 2008

Use o LogMeIn para fazer sincronia remota de arquivos e executar programas

Acessar o PC de casa pode ser uma boa idéia para recuperar documentos e arquivos, além de rodar ou fechar programas. O LogMeIn traz esses recursos, com acesso completo aos drives do PC, na versão Pro (com preço de 70 dólares por ano). Para fazer isso, ao acessar a página do computador sendo controlado, clique em Gerenciador de Arquivos. Será exibida uma lista de todos os discos do computador. Clique duas vezes no drive desejado e vá repetindo essa operação até chegar no arquivo a ser baixado. Para fazer o download, arraste o arquivo do micro remoto para a pasta local. Também há a possibilidade de sincronizar o conteúdo de duas pastas entre o micro local e o remoto. Para isso, acesse as pastas a serem sincronizadas e clique no botão com uma seta dupla verde.

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