LUIZ ADOLFO ANTONELLI

Tecnologia

Posts de Outubro 3rd, 2008

Colisor de Hádrons

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em 03/10/2008

Cern cria rede de computação que une 7 mil cientistas

O CERN, maior laboratório mundial de física de partículas e responsável pela criação da World Wide Web, revelou nesta sexta-feira uma nova rede de computação que permitirá que milhares de cientistas de todo o mundo computem dados de suas experiências.

Cerca de sete mil cientistas de 33 países estão agora ligados pela rede de computação do CERN, o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, para analisar dados do acelerador de partículas que está estudando a natureza da matéria e entrou em operação no mês passado.

Os experimentos, que devem oferecer pistas sobre as origens do universo, começaram em 10 de setembro e foram fechados nove dias depois devido a um vazamento de hélio no túnel de 27 quilômetros do Large Hadron Collider (LHC), no CERN.

Quando o LHC voltar a operar, no ano que vem, os físicos envolvidos nos experimentos terão acesso a dados em tempo real diretamente em suas mesas, graças à grade de computação do CERN, que une mais de 100 mil processadores em 140 institutos de todo o mundo.

O supercomputador distribuído foi construído para o projeto do LHC, mas tem amplas implicações para os estudos científicos mais amplos, disse Ian Bird, líder do projeto da grade de computação mundial do LHC.

“Muitos outros pesquisadores e projetos já estão se beneficiando”, disse Bird. “A computação em grade permite maneiras completamente novas de trabalhar com ciência, nos casos em que grande capacidade de análise e computação de dados é requerida”.

O volume de dados envolvido no maior experimento científico já realizado é difícil de conceber.

O trabalho do LHC envolve o disparo de feixes de prótons em direções opostas pelo túnel enterrado 100 metros abaixo da terra, na fronteira entre França e Suíça, perto de Genebra.

O fluxo de dados gerado será de 700 megabytes por segundo, ou 15 milhões de gigabytes por ano, em prazo de 10 a 15 anos, o suficiente para ocupar três milhões de DVDs ao ano ou criar uma torre de CDs duas vezes mais alta que o Monte Everest.

“Para analisar esse volume de dados, precisamos não só de muita computação, mas de um novo paradigma computacional, que denominamos grade”, disse James Gillie, porta-voz do CERN.

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Como funcionam os computadores de xadrez

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em 03/10/2008

 

Computadores e xadrez

A atual tecnologia de ponta de xadrez em computador é muito complicada, mas tudo envolve esteganografia.

Digamos que você tem um tabuleiro de xadrez pronto para começar o jogo. Cada jogador tem 16 peças. Quem começa é quem está com a peça branca. Ele tem 20 possibilidades de movimento: a peça branca pode movimentar cada peão em uma ou duas posições e mover um cavaleiro em dois modos diferentes.

A peça branca escolhe um desses 20 movimentos e o faz.

Para a peça preta, as opções são as mesmas: 20 movimentos possíveis. Então ele escolhe um movimento.

Agora a peça branca pode se movimentar outra vez. O próximo movimento depende do primeiro movimento que ela decidiu fazer, mas há cerca de 20 movimentos ou mais que essa peça pode desempenhar na posição atual do tabuleiro, assim a preta tem 20 ou mais para fazer e assim vai.

É assim que o computdor olha para o jogo de xadrez. Pensa como um mundo de “todos os movimentos possíveis” e faz uma grande árvore para todos eles, como a seguir:

Nesta árvore, há 20 movimentos possíveis para a peça branca. Há 20* 20 = 400 movimentos possíveis para a preta, dependendo do que a branca fizer. E então há 400* 20 = 8 mil para a branca. E daí 8 mil *20 = 160 mil para a preta e assim por diante. Se você fosse desenvolver toda a árvore para todos os movimentos de xadrez possíveis, o número total das posições no tabuleiro seria aproximadamente de 1,000,000,000,000,000,000,000,000,
000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,
000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,
000,000,000,000, ou 10120, para mais ou para menos. Isso é uma quantidade imensa! Acredita-se que existam somente 1075 átomos em todo o universo. Ao considerar que a Via Láctea contém bilhões de sóis e que existam bilhões de galáxias, você percebe que há de fato muitos átomos. Esse número é ofuscado pelos números possíveis de movimentos de xadrez. O xadrez é um jogo muito complexo.

Nenhum computador jamais vai calcular toda a árvore. O que ele tenta fazer é criar a árvore da posição do tabuleiro 5, 10 ou 20 movimentos a frente. Levando em conta que são possíveis cerca de 20 movimentos em qualquer posição do tabuleiro, uma árvore de 5 níveis contém 3,2 milhões de posições. Uma árvore de 10 níveis contém cerca de 10 trilhões de posições. A grandeza da árvore que um computador pode calcular é controlada pela velocidade do computador jogando. Os computadores de xadrez mais rápidos podem gerar e avaliar milhões de posições do tabuleiro por segundo.

Uma vez criada a árvore, então o computador precisa “avaliar as posições do tabuleiro”. Isto é, o computador deve olhar as peças no tabuleiro e decidir se o arranjo das peças é “bom” ou “ruim”. A maneira como é feita é usando uma função de avaliação. A função mais simples possível pode apenas contar o número de peças que cada lado tem. Se o computador estiver jogando como branco e uma determinada posição do tabuleiro tiver 11 peças brancas e nove peças pretas, a função de avaliação mais simples pode ser:

    11 – 9 = 2

Obviamente, para o xadrez essa fórmula é simples demais porque algumas peças valem mais que outras. Logo a fórmula pode aplicar um peso para cada tipo de peça. À medida que o programador planeja isso, ele ou ela faz a função de avaliação cada vez mais complicada adicionando coisas como posição do tabuleiro, controle do centro, vulnerabilidade do rei para o xeque mate, vulnerabilidade da rainha do oponente e vários outros parâmetros. Não importa o quão complicado a função se torna, ela é resumida para um único número que representa a “vantagem” daquela posição do tabuleiro.

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Tecnologias Ultrapassadas

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em 03/10/2008

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CDIA+

Publicado por Luiz Adolfo Antonelli em 03/10/2008

O que é um CDIA+ (Certified Document Imaging Architect) da CompTIA?

A certificação CDIA+ (Certified Document Imaging Architect+) da CompTIA – Computing Technology Industry Association é um título e uma credencial reconhecidos internacionalmente, certificando a competência e o profissionalismo nas áreas de Document Management / Document Imaging.

Um profissional certificado CDIA+ pela CompTIA é um profissional de tecnologia com o necessário nível de conhecimento e experiência para planejar, detalhar e desenvolver com sucesso uma solução de imagem, demonstrando tal conhecimento através da aprovação no teste CDIA+ da CompTIA .

Um profissional certificado CDIA+ é, também, um indivíduo especialmente treinado para desenvolver e implementar soluções para captação, armazenamento, busca e manipulação de documentos empresariais.

É o profissional certificado CDIA+ quem estará no topo da “sociedade sem papel”.

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